"Guitarra triste, ouvi dizer que me esqueceste
no teu gemido tão magoado
Guitarra triste, perdi a vez e tu perdeste
o céu oculto aonde anoitece e nasce o fado
O meu peito se apequena como se a alma atormentada
entre as cordas vibrando se quisesse esconder
Fecho os olhos e triste sigo a voz desesperada
que como eu esta gritando toda a dor de viver
Guitarra triste, ouvi dizer que me esqueceste
no teu gemido tão magoado
Guitarra triste, perdi a vez e tu perdeste
o céu oculto aonde anoitece e nasce o fado
Não vou crer de partir com mais ninguém a solidão
escondida de mim no teu triste trinado
o meu traído amor calou minha dor dessa traição
foi por isso que enfim nunca mais cantei fado
Guitarra triste, ouvi dizer que me esqueceste
no teu gemido tão magoado
Guitarra triste, perdi a vez e tu perdeste
o céu oculto aonde anoitece e nasce o fado
Guitarra triste, perdi a vez e tu perdeste
o céu oculto aonde anoitece e nasce o fado."
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
"By your side"
"Dava o resto da existência por um dia de Amor!"
sábado, 25 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
Chuva
"As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade."
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
"Fairytale", Ludovico Einaudi
("Simples e bonito, como o meu Amor foi um dia.")
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Iris
"And I'd give up forever to touch you
'Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now
And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
And sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am."
- Goo Goo Dolls
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Simples(mente) Música
"Que fluí e faz fluir..."
Um exemplo do melhor de Ludovico Einaudi (dolorosamente extasiante).
domingo, 8 de agosto de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Preciso de um Abraço...
terça-feira, 6 de julho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Vácuo

Solta a saudade…
Os meus olhos já não irradiam senão prantos,
Bafando o arco-íris que colori
E que se apagou no oco.
Adormece comigo,
Quebra esses cristais escuros,
Que te furam a alento,
Sôfrego de afecto!
Vem… sereno…
Deixa-me amordaçar os teus sentidos,
Como apelo ao teu coração, para que ressurja!
Afasta-te desse lado escravo, o teu altar consagrado.
Vem… Sem receio...
Degusta o trilho entre o consumado e o desejo que ainda fica,
Porque o vazio faz a minha alma muda…
sábado, 15 de maio de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Existência

Que sopra forte, neste desfecho de tarde,
E que me embala num banho de sol frígido
Como uma noite passada ao relento.
Meu ser, assenta nessa infinidade
E as minhas vistas já espelham esse pesar…
Mas avança…
Alivia esse alento, Existência!
Deixarei de sentir as feridas,
E não vou voltar a aguardar inquieta
Pelo teu princípio!
Porque amanhã, o sol dançará com outra lua, noutro cosmos…
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Ligeira

Hoje caminho, mais leve,
Desenleando-me do fardo que esta vida tem,
Porque não me reduzo ao que revelo
ou me confronto com o que abono,
Não me limito ao que valho ou ao que me confino.
Admito que só tenho um dom,
Mas não tolero que me vejam assim,
Porque não dou sentido aos louvores errados...
Assumo o domínio e a audácia,
E afirmo-me outra, mais forte.
Comprometo-me às estéreis vergonhas,
Mas acalmo-me no peso da vida.
Inspiro-me nos figurinos reais,
Aqueles que me esclarecem que pouco me falta.
Sou agradecida por tudo o que gozo
E o que eu quero antes de tudo é assimilar a vida,
Apaixonada por mim,
com reconhecimento e sem reclamações!
quinta-feira, 5 de março de 2009
Entre o Cinzento e Branco
Aquelas promessas que se repetem
E que ainda não as satisfiz?
Larga-as!
Outro tempo estreou,
E sem me arruinar nas horas e nos dias,
Atentei ao silêncio que ainda dura em mim,
Olhando aquele rio por onde a vida se inunda.
O luar já banha este lado,
Onde me vou recordar
Que já não és senão como te sofro…
Porque é difícil ser o nada, quando já fui tudo,
Por isso, agora só quero um lugar em mim!
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Leva-me para Casa

Mato a secura na nascente do deleite,
Que me fez presa
Cega.
Com ela consigo ocultar o que conjecturo,
E o que sou,
Deixando-me algemar,
Neste labirinto pernicioso
E translúcido.
Ainda assim,
Sinto-me livre,
Fixa no meu defeito,
Que me conserva subordinada.
Porquê?
Porque sou escrava desertora e obediente
De alguém ou algo apartado
No cais daquele rio.
domingo, 7 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Observa-se, sente-se, contempla-se.

Órfãos e vazios de tudo.
Carregados de meias falsidades e grandes intrujices,
Como forma de iludir antigos pares,
Com trunfos exactos,
Até hoje.
Sou um entretenimento viciado,
Que apraz baixinho,
E que se interroga:
“Não aprendes, pois não?”
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Neste Labirinto
Olho e olho, e não vejo saída.
Não vejo nada.
Ceguei simplesmente.
Preciso de ajuda!
Às vezes tento gritar,
Mas já nada quer sair de cá de dentro,
O grito mudo é o sofrer constante por algo que me falta.
No entanto tenho a noção que possuo tudo o que quero.
Que me falta?
Não sei o que pensar,
A minha mente está vazia.
O que é que me faz ser assim?
Nunca desisti e nunca vou desistir…
Então continuo…
À procura do fim deste labirinto.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Nos calabouços do esquecimento

Deve-se talvez ao facto de ter trancado para sempre
Nos calabouços do esquecimento
Tantos momentos
Que fizeram parte da minha história,
Da nossa história.
Há muito tempo que não pronunciava isto,
Mas hoje já quase esqueci a maior parte,
Porque essas memórias
São tristes.
Mas hoje ouvi “essa” música que me fez reviver
Um dos raríssimos bons momentos.
Essa memória,
Invadiu-me sem dó, o pensamento…
sábado, 8 de novembro de 2008
A Casa do Tempo...
Ali estava ela, imponente. Deusa de um céu estrelado enorme, mais belo que nunca, à medida que banhava o mundo de prata.
Revi-me numa vida que não foi minha, vivida em segredo, hà muito tempo. Toda ela, hoje, agora, guardada no cofre invisível, onde só eu sei onde está.
Ali, fui rainha, rainha de algo estranho e muito misterioso, um reino só meu, que tinha um escravo, um servo fiel a mim, que quando queria, sabia ser delicado, que me fazia sentir especial mesmo sem o ser.
A cumplicidade era o nosso reino, cheio de imposições ditadas por nós, pelo nosso sentimento, pelo nosso ser. Ainda sinto o cheiro do pecado no ar, o doce do proibido, onde a loucura comandava a envolvente sedução, desbravando os caminhos que nos levavam ao limiar do irracional…
Mas um dia, percebi quanto cruel e severo consegue ser o orgulho, que deu lugar a um outro sentimento… Senti-me arder vezes sem conta, nas chamas de algo que provoquei, que me consumiu a alma até mais não poder.
Não tenho saudades de nada disto, mas foi até isto que o meu pensamento me levou hoje.
Já de regresso à realidade, retomo as tarefas banais de mais um fim de dia, igual a muitos outros já passados e a muitos outros que ainda estão para vir…








