sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Observa-se, sente-se, contempla-se.


Há instantes em que as recordações
nos invadem e nos rasgam a alma,
deixando nos assim,
sem vida.
Órfãos e vazios de tudo.
E por momentos,
a vida fica suspensa no tempo e no espaço.

Observo os jogos das sombras deambulantes,
Carregados de meias falsidades e grandes intrujices,
Como forma de iludir antigos pares,
Com trunfos exactos,
perfeitamente escondidos,
Até hoje.

Não sou criatura perdida,
Sou um entretenimento viciado,
Que apraz baixinho,
E que se interroga:
“Não aprendes, pois não?”
Ana Mateus

2 comentários:

Jo disse...

Uau **O

Lindo*,)
Adoro o final**)

Palavras como só tu sabes escolher, meu amor*

Jorge disse...

Adoro este!!

Todos os teus textos sao fantasticos...mas este é muito especial!!

A tua escrita é inconfundivel!!

Perfeito!!

Adoro-te!!