
Esquece as bolhas de mágoa,
Solta a saudade…
Os meus olhos já não irradiam senão prantos,
Bafando o arco-íris que colori
E que se apagou no oco.
Adormece comigo,
Quebra esses cristais escuros,
Que te furam a alento,
Sôfrego de afecto!
Vem… sereno…
Deixa-me amordaçar os teus sentidos,
Como apelo ao teu coração, para que ressurja!
Afasta-te desse lado escravo, o teu altar consagrado.
Vem… Sem receio...
Solta a saudade…
Os meus olhos já não irradiam senão prantos,
Bafando o arco-íris que colori
E que se apagou no oco.
Adormece comigo,
Quebra esses cristais escuros,
Que te furam a alento,
Sôfrego de afecto!
Vem… sereno…
Deixa-me amordaçar os teus sentidos,
Como apelo ao teu coração, para que ressurja!
Afasta-te desse lado escravo, o teu altar consagrado.
Vem… Sem receio...
Degusta o trilho entre o consumado e o desejo que ainda fica,
Porque o vazio faz a minha alma muda…
- Ana Mateus